sábado, 6 de maio de 2017

como um verso



Ainda sinto teu gosto de pêssego, 
tua manhã nascendo, 
tuas ondas quebrando em minhas areias. 

Ainda sobrevoas o meu sono 
e habitas as minhas palavras e os meus silêncios, 
como um verso que quer, 
de qualquer jeito,
 ser escrito!




Aíla Sampaio 



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